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Cultura: a cara da empresa


Da mesma forma que pessoas, cidades, países, carregam comportamentos próprios, nas empresas não seria diferente. Estamos inseridos em ambientes, onde determinados comportamentos são propícios ou não.

Mas, e quando os colaboradores não estão em linha com o que a organização acredita ou deseja?

Bem, lidar com pessoas nunca foi ou será uma tarefa fácil, por um bom motivo, somos todos diferentes e impulsionados pelo que acreditamos e valorizamos. Acontece que estes elementos, partem de uma construção, que envolve de onde viemos, quais e quem foram nossas referências, as situações que vivemos, etc. Da mesma forma, a empresa carrega uma identidade, que também foi construída ao longo do tempo, pelas pessoas que por ali passaram, pelos problemas que foram enfrentados e pelas decisões tomadas até o momento.

Então a receita é: temos uma identidade, formada por pessoas diferentes, com histórias diferentes, que de repente, estarão juntas e unidas por um único propósito, reproduzindo comportamentos que valorizamos e que nos levam ao nosso objetivo.

É...esta receita é bem improvável!

Mas vamos lá, como disse, a cultura se dá por uma construção. Ela fala muito mais do modo como fazemos, do que o que fazemos. O que fazemos é o resultado do como fazemos, reproduzir um produto é possível, mas não a forma como é feito. Sejamos mais claros, empresas com cultura forte, transparecem isso para além da organização, levam sua marca e identidade e não apenas um bom produto, claro que os dois devem andar de mãos dadas, marca forte e bom produto, mas dificilmente se valerão um sem o outro.

Agora, como fazer isso? Se trata de uma construção, que começa pelas perguntas:

Quem somos? Quem queremos ser?

Feito isso, levando em conta toda a complexidade que se traz junto a estes questionamentos, muita coisa deve ser definida.

Estando definidas, existe outra grande missão: a cultura deve estar clara para todos. Isso não quer dizer pendurar uma placa com a missão, visão e valores, isso pode ajudar, ok. Mas, para nada servirá tal placa, se os comportamentos do dia a dia não refletirem o que lá está escrito. Então, a cultura deve sair do quadro e estar presente em cada detalhe, ela deve falar por todos os cantos de uma organização, em forma de comportamentos e atitudes. Se por exemplo, a inovação é algo importante, ela deve estar presente em tudo o que é feito dentro da organização, não adianta querer ser inovador e continuar reproduzindo o que é feito há muitos e muitos anos, exatamente da mesma forma. Se inovação faz parte da identidade, inove sempre! Até nas mais simples atividades, pois se praticadas no dia a dia, refletirão no todo.

Mas este não é um trabalho a ser feito de uma hora para outra, tampouco, algo que será feito uma única vez. Requer manutenção e revisão constantes, uma organização é viva e em constante movimento. Mudanças ocorrem a todo instante, e este não é um ponto negativo, muito pelo contrário, a evolução deve haver, mas sempre sob o olhar atento, que sempre se pergunta:

- Estamos em linha com quem somos e quem queremos ser?

Ana Carolina Bonini

Consultora de RH


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