MUDANÇA CULTURAL NA EMPRESA


Venho de uma organização bem estruturada em seus processos produtivos, com esmero na qualidade dos bens que fabrica, na assistência aos seus clientes e com grande preocupação com seus colaboradores. Isto faz com que essa empresa, como tantas outras, tenha sucesso e mantenha sua posição no mercado, garantindo retorno sobre seus investimentos e gerando empregos dos mais variados níveis.

A pergunta que fica é, será que todo este zelo e cuidado são suficientes para continuidade do negócio, e mais do que isso, será que continuaremos crescendo para nossa manutenção neste mercado cada vez mais competitivo?

As respostas devem passar por uma reflexão e discussão sobre cada componente organizacional, cada processo, cada produto e, principalmente sobre o perfil de seus colaboradores.

É só? Não! É preciso um estudo a parte sobre o perfil e estilo dos seus gestores e dirigentes. Falaremos disso mais adiante.

Percebo que o nível de liderança dentro das empresas, que é composto por Coordenadores, Gerentes e Diretores está cada vez mais jovem. Cada vez mais dinâmico. Cada vez mais apressados. Tudo tem que ser feito rapidamente e com altíssima precisão, seja no produto ou em um simples relatório ou ainda, numa análise para tomada de decisão.

Devido a estas características, temos que ser cada vez mais “robotizados” (é brincadeira). Quero dizer, cada vez mais conectados em sistemas computadorizados, criativos, inventivos, protagonistas das simplificações de processos e, principalmente, eliminadores de burocracia.

O ponto é: reflexão de como trabalho hoje e o que pode ser eliminado ou simplificado.

Precisamos dedicar um pouquinho de nosso tempo para esta reflexão. O resultado será fantástico. Faça uma experiência. Desenhe seu processo (escolha um bem simples para servir de exercício) e veja o que é feito em duplicata ou tarefa que não acrescenta valor ao seu trabalho. Analise, desenvolva alternativas e discuta com seus colegas as melhorias possíveis. Implemente rapidamente e acompanhe o resultado. Faça as alterações necessárias para consolidar as mudanças e celebre o sucesso.

E os “Chefes”. Onde entram nesta história?

Muita reflexão. Como falei no início, os jovens têm muita pressa para realização das tarefas, gostam de mostrar serviço e competência e querem crescer rapidamente na organização. Nós, os líderes, temos que prestar atenção em nossos colaboradores e acreditar que podem andar sozinhos, sempre com orientação e com responsabilidade, mas estimulando-os a serem os protagonistas das tarefas, dos projetos e dos resultados. Devem ser estimulados e premiados.

Essa mudança na forma dos gestores administrarem seus grupos não acontece da noite para o dia. Leva tempo e muito esforço e energia pessoal para esta transformação.

É o desapego ao status de “chefe”. Devem dar liberdade aos empreendedores de sua área, de seu departamento. Comece aprendendo com os mais jovens os milhares de recursos tecnológicos que os sistemas oferecem. Pense que estes recursos foram criados, desenvolvidos e implantados na sua empresa para facilitar seus trabalhos, simplificar seus processos trazendo agilidade e qualidade no desempenho de todos. Isto é uma verdade e você tem que acreditar de coração aberto. É importante

O resto é só alegrias e sucesso.

Vamos em frente e busque por atualizações diariamente.

Abraços

Trujillo


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